quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Das freadas que meu cérebro dá

Quem me conhece sabe que eu sou idiota à tri. E que, na maior parte do tempo, não faço isso por mal.

Já devo ter mencionado (ou não, sei lá) da vez em que minha amiga me fez uma pergunta de sim ou não e eu assenti, respondendo "elevador". Nessas palavras. Há uns dois meses, essa mesma amiga queria saber se "a festa da fulana é nesse sábado?" e eu falei um simples "vou". Acontece direto em épocas de estresse ou quando não estou dormindo direito.

Basicamente, todos os dias.

Às vezes levo uma ou duas coisinhas ao pé da letra só pra fazer piada, assim como todo mundo. Não sou de ferro (muito menos capricorniana) pra levar tudo a sério o tempo todo. Mas, gente, é incrível a minha capacidade de não me esforçar para fazer aquela sinapse magnífica e interpretar o que estão me dizendo.

Sou melhor com palavras escritas do que com as ao vivo. Pelo menos eu posso ler os textos duas ou três vezes antes de tirar conclusões precipitadas que farão as pessoas se perguntarem silenciosamente que tipo de problema eu tenho.

(Note to self: só conversar com o crush quando eu estiver completamente descansada e, preferencialmente, de férias. Estudar cansa.)

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