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domingo, 17 de janeiro de 2016

Ed Sheeran book tag

Depois de terminar de fazer o último post de tags, eu corri para encontrar mais tags pra responder. Se eu soubesse que era tão legal assim, gente, teria entrado nessa vida há muito tempo.

(Ok, momento da verdade: eu tenho, mais ou menos, 3516484767 posts de tags nos rascunhos apenas esperando para serem publicados. É conteúdo pro ano inteiro e deve sobrar pra 2017, pessoal. Se tudo der certo, esse ano eu faço o BEDA e deixo algumas tags pra agosto, ou eu nunca mais vou precisar responder nada no Entrelinhas, porque a gente tem post pra sempre.)
1. Take it back: um livro que você se arrependeu de ter comprado.
Sem sombra de dúvidas, Guerra dos Tronos, do George R. R. Martin. Pra quem não sabe, esse é o primeiro livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, que recentemente (leia-se: há cinco anos, mas isso é bem recente pra mim) foi transformada em série.
Acredito quando me dizem que o livro é maravilhoso e que a adaptação também vale muito a pena. Não ligo quando amigos começam a conversar animadamente sobre qualquer coisa que aconteça durante a história. Sorrio quando vejo alguém marcando outro livro da coleção como lido no Skoob. Mas não adianta, gente. Não houve química entre nós.
2. One: o primeiro livro que te marcou.
Como todo mundo já espera (ou não), a resposta é O Ladrão de Raios, primeiro livro da saga Percy Jackson & Os Olimpianos. Claro que eu me lembro de outros títulos lidos antes desse, mas não há nenhum que eu seja capaz de contar, capítulo por capítulo, o que acontece - coisa que eu sou capaz de fazer com todos os livros de Percy Jackson. 

3. Kiss me: um livro que tenha um personagem que você se apaixonou loucamente.
O Resgate do Tigre, segundo livro da série A Maldição do Tigre, de Colleen Houck. Caí de amores por Kishan, o irmão selvagem e romântico do protagonista.
(Abro um parênteses para alertar que eu recomendo, sim, esse livro, mas nem tanto. É bem clichê e a mitologia não é tão trabalhada quanto poderia. Mesmo assim, eu li aos 13 anos e me apaixonei perdidamente.)
Precisei me segurar para não citar o Leo de Fazendo Meu Filme, porque esse livro já será citado num dos próximos itens. Fica aqui o shout out, no entanto.

4. The A Team: um livro que faz parte do seu top 5 da vida.
Vale citar o top 5 inteirinho? Se não valia antes, agora vale.
1) Sorte Ou Azar?, Meg Cabot.
2) A Maldição do Titã, Rick Riordan. (De todos os livros de PJO, esse é o meu favorito)
3) Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, J. K. Rowling. (De todos os livros de HP, esse é o meu favorito)
4) Fazendo Meu Filme 4, Paula Pimenta. (De todos os livros de FMF, esse é o meu favorito)
5) Em Chamas, Suzanne Collins. (Vocês entenderam)
SOA é, com toda a certeza, o primeiro. Depois dele, a ordem não importa muito, amo todos igualmente.

5. The City: um livro que se passa em alguma cidade que você ama
E aqui está o item de Fazendo Meu Filme
O segundo livro da coleção se passa na cidade de Brighton, na Inglaterra. Acho o lugar muito bonito e morro de vontade de conhecer - inclusive tenho uma história habituada lá, mas isso é segredo.

6. One Night: um livro que você virou a noite lendo.
Harry Potter e As Relíquias da Morte. Entrei no quarto chorando porque era o último livro da saga e só parei de ler, aproximadamente, às 6h da manhã, chorando ainda mais e sem tem certeza se superaria aquele final.

7. Let it Out: um livro que assim que acabou fez você sentir que precisava conversar com alguém sobre.
Os 13 Porquês, de Jay Asher. Quando terminei o livro pensei em escrever um post sobre, mas não me veio nada e eu acabei deixando quieto. Só sei que, durante umas boas semanas, tudo que eu conseguia pensar era em como nossa vida pode afetar a dos demais, mesmo quando não temos essa intenção. Foi a primeira vez em que eu realmente parei para pensar no que estava por trás da história.

8. You Break Me: um livro que te deixou bem mal.
A Esperança, da Suzanne Collins. Me deixou muito mal porque além da Katniss ter perdido tudo e todos, ela ficou meio pancada da cabeça e se obrigou a casar com o Peeta e ter filhos, simplesmente porque parecia certo ou porque ele queria. Isso acabou comigo.

9. Smile: um livro que te deixou bem feliz.
Claro, óbvio, que foi Sorte Ou Azar?. Eu começo aquele livro com um sorrisão na cara, derrubo algumas lágrimas no processo e depois termino rindo que nem boba, com o coração mais leve. Não é à toa que esse lindinho leva o título de meu livro favorito.

10. I Can't Spell: um livro ou autor que você não consegue pronunciar o nome.
O nome da Sarah Pinborough, autora da trilogia Encantadas. Juro pra vocês que nem sei por onde começar a falar o nome dela.

Como essa tag é relativamente nova, vou indicar três pessoas que ainda não fizeram: Ana, Analu e Beca. Quem quiser fazer mesmo sem a indicação, fique a vontade. Quanto mais gente, melhor!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Eu quero te amar

Ou: por favor, facilita as coisas pra mim e fica mais legal. Não quero desistir.

Ganhei 7 livros de natal. A trilogia de Halo, a saga Encantadas e um livro chamado As Treze Relíquias que no Skoob é marcado como o livro um de uma saga, mas já está fazendo aniversário de 3 anos e claramente não terá nenhuma continuação. 

Como eu estava ansiosíssima para ler Halo há tempos, foi o primeiro livro que abri em 2016, ainda no dia 1º. Fiquei animadíssima quando vi que a narração contrastava maravilhosamente com a de Belo Desastre, que foi meu último livro lido em 2015 (aliás, detestei), falando bastante da personagem, seu psicológico e fazendo muitas comparações da vida dela na Terra com a vida no Céu. Achei a mitologia muito bem construída e estava adorando tudo.

Para não dar spoiler desnecessário, vamos apenas dizer que, depois de uns 20 capítulos na mesmice, a autora finalmente decide colocar um elemento para deixar a história interessante e falha nisso. Falha miseravelmente.

Em português simples: amei a história, odiei o livro.

Como eu não queria desistir na metade e achava que as coisas melhorariam, terminei de ler o livro (levei 5 dias no total, mais do que o dobro de Belo Desastre) e já pulei para o segundo. Sabe quando o desespero para amar um livro é tão grande que a gente se obriga a ler durante horas para ver se sai do lugar? Porque talvez não tenha dado o clique ainda, mas, se eu tentar com mais vontade, talvez a gente se engate numa relação maravilhosa e faça valer a pena.

Agora devo estar no capítulo 5 ou 6, nem na página 100 ainda, com vontade de jogar o livro pela janela porque (não posso falar o motivo mas vamos fingir que eu contei) mas não pensando em desistir. Depois desse temos apenas mais um, e aí eu posso passar uns dias mergulhada em Gregório Duvivier que é pra ver se meu ânimo melhora.

Já comecei o ano fazendo ótimas escolhas, vejam só.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Taylor Swift book tag

Ou: postando com dois anos de atraso simplesmente porque deu vontade.

Uma das minhas resoluções de ano novo foi variar mais os temas dos posts do blog. Para iniciar essa árdua tarefa de parar de reclamar da vida e começar a dar conteúdos mais interessantes, escolhi uma tag bem antiga (lá de meados de 2014) mas que homenageia duas paixões: Taylor Swift e livros.

(Abro um parênteses para deixar claro que eu sei muito bem que minha fave é problemática, ninguém precisa tocar nesse assunto nos comentários. Afinal, aren't we all?)

Red (escolha um livro com a capa vermelha): escolhi Fazendo Meu Filme 2, da Paula Pimenta (que em fotos não parece tão vermelho assim, mas eu juro que é).

We are never ever getting back together (um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria "terminar" com ela): eu tinha duas séries para citar, mas vou de Os Imortais, da Alyson Noel. Li os três primeiros, lá em 2012, e depois perdi toda a vontade. A história começou a ficar muito forçada, as personagens estavam fazendo muitas coisas estúpidas sem motivo aparente e minha paciência se esgotou. Desculpa, Alyson, não foi dessa vez.

The Best Day (um livro que te deixe nostálgica): com toda a certeza do mundo, O Ladrão de Raios, do Rick Riordan. Comecei a ler Percy Jackson quando tinha 11 anos, e a série rapidamente se tornou a minha favorita. Desde que li pela primeira vez, PJO virou minha "cura" para ressacas literárias (e, ironicamente, foi a única coisa que curou minha ressaca pós-Percy Jackson). Vira e mexe eu estou relendo de novo.

Love Story (um livro com uma história de amor proibida): bati a cabeça para responder essa daqui, e acho que a resposta não é exatamente o que está sendo pedido. Escolhi A Hora Mais Sombria, quarto livro da série "A Mediadora", da Meg Cabot. Começa o relacionamento entre Suzannah (a mediadora) e Jesse, um fantasma que habita a casa dela. Não é uma relação proibida, apenas não é convencional, e provavelmente não terá futuro algum na série. Não sei, nem lembro se terminei de ler esse.

I knew you were trouble (um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, te conquistou): agora é a hora de Harry Potter. Apesar de todos os pesares, eu adorei a construção da personagem do Voldemort. Os detalhes da vida da sua mãe, da sua própria vida, o motivo dele ser incapaz de amar... Tudo. Ele é o melhor pior personagem que eu já tive o prazer de acompanhar.

Innocent (um livro que alguém estaragou o final para você): Convergente, da Veronica Roth. Maldita a hora em que eu resolvi ler qual era o "super spoiler" do livro!

You belong with me (um livro que você está ansiosa para que seja lançado): os livros que eu estava ansiosa para serem lançados (Fazendo Meu Filme 4, Convergente, todos de Heróis do Olimpo...) já saíram, então não tenho nada no momento. Acho que escolho a coleção de A Rainha de Tearling, da Ekira Johansen. Até agora temos apenas o primeiro título traduzido, e eu quero que os outros sejam lançados para poder ler sem medo. Minha ansiedade se deve ao fato da minha pequena Emma Watson ter sido escalada para atuar no papel principal. Se é com a Emma eu tenho que ir na estreia, e para ver o filme, tenho que ler o livro. Portanto...

Everything has changed (um livro em que o personagem se desenvolve bastante): vou ter que falar de As Crônicas dos Kane, também do Rick Riordan. No primeiro livro da trilogia, os irmãos Sadie e Carter não faziam ideia de nada que estava acontecendo - ao passo que, no último, eles já são os reis do mundo. Esses estão na lista de livros que pretendo reler esse ano.

Forever and always (o seu casal literário favorito): não queria repetir livro, mas não tenho escolha. Meu casal favorito é Fanny e Leo, de Fazendo Meu Filme. Acho horrivelmente maravilhoso o fato de eles sempre terem sido o casal certo, mas no tempo errado.

Come back… be here (um livro que você não empresta, por medo dele não voltar): meu livro favorito, que é Sorte Ou Azar?, também da Meg. Não empresto e não deixo chegarem perto, porque se esse sumir eu não sei como vou fazer pra encontrar outro. Não lembro se já vi nas livrarias, já que esse definitivamente não é um dos melhores ou mais conhecidos da Cabot.


É isso, pessoal. Esses são os 10 itens da lista, e (por sorte) eu consegui citar todos os meus favoritos. 
Como essa tag não está mais sendo respondida, acredito eu, não vou indicar ninguém. No entanto, sintam-se livres para respondê-la e mandar aqui nos comentários. Falar de livros é sempre bom e eu adoro.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Stop romanticizing abusive relationships 2k16

Depois de dois anos de espera, finalmente me rendi a Belo Desastre. E tenho apenas três palavras para representar o que senti durante toda a leitura: PARA. SÓ PARA.

Li achando que ia ter uma explicação pra essa capa, mas não teve. A imagem foi escolhida aleatoriamente, mesmo.
Não continuem a ler o post se não tiverem terminado o livro e quiserem evitar spoilers. Teje dito.

Abby e Travis são exatamente aquele tipo de casal que mais está em alta nos livros e fanfics de hoje em dia. Romantiquinhos, melosos, cheios de tretas, que terminam e voltam o tempo todo mas sempre ficam felizes no final. Me lembraram um pouco Bella e Edward, principalmente em Lua Nova (quando o Edward decide terminar o namoro e a Bella começa a se colocar em situações de risco só pra ter uma alucinação com ele. Quão romântico e nada problemático isso não é, certo?).

Primeiro, o Travis é completamente louco e dependente dela. E com completamente louco, eu não estou exagerando. Travis se diz totalmente apaixonado por ela desde o primeiro mês, faz duas (!!) tatuagens em homenagem a ela quando eles estavam juntos há cerca de três meses, fala em casamento no mesmo dia que mostra as tatuagens, quebra a cara de qualquer um que ouse falar dela, ameaça qualquer um que ouse falar com ela, quebra os móveis quando acorda e não vê ela na cama, faz cena quando eles terminam. Aliás, não foi uma única cena. Ele fez duas ceninhas e deixou a faculdade inteira a par do relacionamento dos dois (mas ai de quem se metesse, ele partia pra porrada).

Travis é ciumento, possessivo e tem muitos problemas de raiva. Além de ter uma dependência tão grande (emocionalmente falando) que, como ele mesmo disse, não é capaz de dormir, pensar, comer... Nada, quando os dois não estão juntos. O relacionamento deles (chamado de "desastre" por uma das personagens, taí o título) é tão tóxico que todos percebem e apontam, mas Abby e Travis preferem ignorar e seguem estragando um ao outro e a todos que estão ao seu redor.

Isso quando, é claro, os dois não estão fazendo cagadas e sendo apoiados um pelo outro. Tipo quando Travis resolve bater num moço e Abby o incentiva, porque era para "defender a honra dela". É. Se você quer bater no carinha que está fazendo comentários nojentos a seu respeito, vá em frente. Mas mandar o namorado fazer seu trabalho sujo? Amiga... Stand up for yourself.

Mas eu não queria (só) falar mal do livro. Não é para isso que eu estou aqui.

Estou aqui para pedir que isso acabe.

Gente, depender completamente de uma pessoa (emocionalmente falando) não é certo, tampouco saudável. Depositar toda a sua autoconfiança e bem estar nas mãos de um namorado ou uma namorada que você recém começou a sair não acaba bem. Aceitar o comportamento abusivo e violento do seu namorado (e, pior, incentivar) não é romântico. Gente, uma relação que apenas corrói os membros, traz à tona tudo o que há de pior em ambos e afeta até mesmo as pessoas que convivem com eles não é ideal

Já passou da hora da gente parar de encarar esses "romances" como sonhos de consumo. Na vida real, eles geralmente acabam de duas formas: num término péssimo ou em assassinato. E eu, mais uma vez, não estou exagerando.

Belo Desastre é só mais um exemplo de romances abusivos que as pessoas acham bonitinhos. Temos também Crepúsculo, 50 Tons de Cinza, After (aparentemente, nunca li para saber mas só ouvi coisa ruim) e eu poderia nomear mais umas 10 fanfics, mas aí já fica demais. Para 2016, deixo um apelo: PARA GENTE POR FAVOR NÃO AGUENTO MAIS.

domingo, 29 de novembro de 2015

[TAG] Hábitos de Leitura

As últimas duas semanas foram um balde de lama fedida jogado em cima da minha cabeça. Muitas provas, trabalhos, estresse e machucados (não se preocupem, já estou me recuperando) vindo todos de uma vez só. Nunca imaginei que pudesse ficar tão desesperada pelas férias quanto eu fiquei nesse mês de novembro.

Mas, como sempre, comecei a autossabotagem lá em fevereiro e agora estou colhendo seus frutos: duas semanas a mais de aula para recuperar minhas notas. Queria estar viva para dizer que queria estar morta.

Só contei isso tudo para não perder o costume de começar o post com algo que não tem nada a ver (e para justificar possíveis sumiços, já que tanta coisa ruim drena nossa criatividade/vontade de viver). Essa é a primeira vez que respondo uma tag no Entrelinhas, e confesso que esperava algo maior. Roubei da Beca e indico para todo mundo. Quem fizer, deixa o link nos comentários para eu ler e amar.
1. Quando você lê?
Depende do que for. Eu leio histórias (tanto fanfics quanto originais) quase todos os dias pelos sites Nyah! e Universo Paralelo - aliás, recomendo bastante. Matérias e notícias, mais raramente, mas pelo menos algumas vezes na semana. Livros eu costumo ler só durante as férias, porque em épocas de aula meu cérebro e eu não funcionamos pra nada que não seja school-related.  
2. Você lê apenas um livro de cada vez?
Sim, sempre. Quando me vicio num livro, passo horas lendo todos os dias até terminar. Não dou conta de fazer isso com duas histórias diferentes.
3. Qual seu lugar favorito para ler?
Tenho três: meu quarto, por ser muito confortável; a sala, porque o sofá é grande e eu posso até virar duas se quiser; e a varanda, porque é muito iluminada e fica perto da cozinha.
4. O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste o filme?
Eu sempre leio o livro primeiro, porque gosto de ter uma base da história para contextualizar o filme. Todo mundo sabe que não dá para colocar tudo do livro na sua adaptação, então algumas cenas e diálogos são perdidos - e isso pode até prejudicar um pouco no entendimento da história.
Em A Pedra Filosofal, por exemplo, o filme mostra de forma bem corrida as chegadas das cartas ao Harry, Hagrid o encontrando e a ida do menino a Hogwarts. Fica tudo muito fora do normal, porque dá a impressão de que Dumbledore só lembrou do Harry alguns dias antes do começo do ano letivo e teve que correr contra o tempo para encontrá-lo e levá-lo à escola.
No livro, Harry recebe as cartas ao mesmo tempo que todos os outros alunos - quase um mês antes do início do ano. Isso nos deixa perceber melhor o que os tios pensam sobre aquilo, como Harry se sentia a respeito e de que forma a notícia de ser um bruxo modificou sua vida.

5. Qual formato de livro você prefere?
Físico. Só li um e-book e detestei. Levei um mês inteiro para consegui terminar, tive muitas dores de cabeça e me distraí muito.

6. Você tem algum hábito exclusivo ao ler?
Não. De vez em quando eu faço anotações sobre os livros (aconteceu muito enquanto eu lia a saga Fallen), mas não posso chamar de hábito.
7. As capas de uma série tem que combinar ou não importa?
LÓGICO! Tem que deixar meu quarto bonito, de coisa feia basta eu.

Lembrando que todo mundo pode (e deve) fazer a tag, e eu agradeceria se linkassem os posts nos comentários. Quanto mais gente, melhor.