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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

E não é que eu sobrevivi mesmo?

P.S.: estão terminantemente proibidos comentários no estilo "ain, vocês reclamam todo ano!". Reclamo mesmo, se fosse pra agradecer eu tava em Aparecida.

É de conhecimento geral que 2017 foi um ano muito difícil. Os poucos que gostaram dessa tristeza, ainda que tenham tido bons momentos, também assumem que passaram por algumas barras. Agora, dia 11/12/2017, depois de vários meses sem dar as caras (o que já tá todo mundo acostumadíssimo), tenho orgulho de bater no peito e dizer: eu sobrevivi.

Foi meu último ano de Ensino Médio. Para quem não sabe, precisei mudar de escola esse ano e foi uma experiência muito difícil. Por ter estudado durante 10 anos no mesmo lugar, eu já estava acostumada à ideia de fazer meu último ano lá, ter aquelas últimas experiências que eu via todo mundo ter e ansiava para poder dizer que fiz também. Não parecia que eu sairia antes de acabar. Foi um baque gigante pra mim.

Por isso e outros motivos, 2017 foi um ano muito emocional. Um ano de despedidas sem me despedir, um ano que eu passei um pouco lá e um pouco cá. Um ano de dezenas de decepções, reaproximações e afastamentos. Um ano que me levantava e me jogava no chão. Um ano que, apesar dos pesares, me tornou uma pessoa melhor.

Não, eu não repetiria a dose. Não, eu não gostei de tudo. Sim, se eu pudesse, apagaria várias coisas da minha cabeça. Mas valeu a pena pelo resultado que eu tive. Valeu um pouco a pena pela pessoa que eu me tornei. Foi um ano de crescimento, e posso assegurar que estou muito mais leve agora em dezembro do que estava no fim de 2016.

Com um ano desses, nada mais justo do que concluir ele falando algumas verdades.

O Entrelinhas acabou há muito tempo. Seria injusto da minha parte dizer que vou mantê-lo para sempre, porque eu já sei que isso não vai acontecer. Posso aparecer de vez em quando com uma crônica, uma reflexão, uma problematização; mas nunca vai ser o que um dia já foi. A cada ano que se passa, minha frequência de posts diminui, e chega a ser ingenuidade da minha parte achar que isso pode mudar.

Termino o ano com a promessa de que não vou prometer nada. Pode ser a última vez que me vêem. Pode ser que eu volte com tudo. De um jeito ou de outro, desejo tudo do bom e do melhor a qualquer um que, algum dia, já leu o que eu tinha a dizer.

E que 2018 seja grande para todos nós.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

... Feliz ano novo.

Feliz ano novo, pessoal!

Percebi que a retrospectiva de 2016 causou uma pequena confusão em leitores novos, então vou explicar um pouquinho para esclarecer as dúvidas. 

Desde 2016 eu tenho o costume de fazer um especial de ano novo composto (normalmente) por dois posts: Adeus ano velho e Feliz ano novo. No segundo eu estabeleço metas para o ano e no primeiro eu faço uma retrospectiva retomando aquelas metas presentes no primeiro post do ano. Na retrospectiva do ano passado eu notei que algumas pessoas acharam que aquelas eram minhas metas para 2017, mas eu estava apenas retomando as feitas para 2016, mesmo.

Quem quiser ver mais desse especial, pode só entrar na tag. Aviso aos navegantes: não é uma boa ideia ler o de 2012. Não me façam dizer i told you so.

Agora vamos ao que interessa.

Essa lista de meta foi bem mais complicada do que as antigas. Todo ano esses dois posts ficam prontos em meados de dezembro, porque eu sou a mulher mais ansiosa do mundo e não aguento esperar até a virada pra começar a pensar no ano seguinte. Acho que 2016 foi tão cansativo e pesado que eu passei tempo demais descansando e esqueci que o dia de amanhã ia chegar.

Fiquem com minhas lindas metinhas para o que eu espero ser o melhor ano da minha vidinha.


2. Falar menos, fazer mais

3. Não deixar que a ansiedade pré-vestibular me consuma

4. Não desistir de nada em função do vestibular

5. Me divertir

Decidi deixar simples porque sei que coisas concretas demais não fazem a devida diferença. Você pode ler x livros, beber y litros de água por dia e fazer cronograma capilar; nada disso vai contar. Não é disso que você vai lembrar daqui a 10 anos, quando resolver pensar nos tempos antigos. 

Uma coisa que 2016 me ensinou (talvez um pouco tarde demais), é que experiências contam muito mais do que coisas cotidianas. Aquelas horas que você passava na cadeira na aula, e as conversas que você tinha todas as manhãs com as mesmas pessoas, infelizmente, não vão ficar pra sempre. O retiro que vocês fizeram no meio do ano vai. O voluntariado de janeiro vai. A viagem de novembro vai.

A gente passa tempo demais tentando construir memórias no dia a dia, mas as memórias que ficam são as que a gente faz sem querer querendo. São as experiências diferentes, justamente o que sai do cotidiano, que nos marcam pra sempre.

Não vou colocar como uma meta, mais como algo que eu espero para esse ano: simplicidade. Que a gente possa fazer o que está no nosso alcance e não tente ultrapassar nossos limites.

Um bom 2017 a todos!
 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Adeus ano velho...

Confesso que quase esqueci de fazer a retrospectiva esse ano. Ainda bem que minha mãe está ouvindo essa música desde cedo e acabou por me lembrar.

O post de metas para 2016 está aqui. Vou aproveitar o embalo e já riscar da lista de 101 coisas alguns itens que eu consegui cumprir esse ano.

Metas:

1. Beber mais água, me alimentar melhor, deixar de ser sedentária.
Essa meta eu nem vou mais colocar em lista nenhuma. Realmente, bebi muita água, parei com chocolate e refrigerantes e agora quase nem estou mais comendo que nem um javali selvagem o dia inteiro. A parte de ser sedentária, no entanto, continua firme e forte. Segunda feira eu começo a mudar.

2. Me dedicar mais aos estudos.
[Anitta's voice] Vocês acharam que eu não ia exibir meu boletim hoje, né?

3. Escrever mais.
Além de ter escrito umas histórias aqui e ali, feito alguns posts e tal também comecei a reescrever uma história com a qual eu trabalho desde 2012. Me sentindo a própria J.K. Rowling no momento.

4. Cuidar mais da minha saúde.
Acho que o primeiro item e esse se completam, não?

5. Cuidar mais da minha pele e do meu cabelo.

6. Variar mais os temas dos textos do blog.
Considerando que postei umas tags e tudo, acho que dá para dizer que eu variei um pouco esse ano, né? Rs.

7. Finalmente ler Orgulho e Preconceito.
O livro tá lindo e baixado na Play Livros, mas não toquei até agora. Fica para 2017 essa metinha.

Num geral, estou até que satisfeita com o rendimento dessa lista. Consegui cortar 5 itens de 7, provavelmente um recorde.

Agora, a parte da lista.

1. Ler mais de 20 livros em um ano.
Na verdade eu não tenho certeza se fechei mais de 20. Eu sei que li 20 (os que já marquei aqui, A Guardiã da Minha Irmã, A Última Quimera, todos de Percy Jackson, os dois primeiros de Heróis do Olimpo e A Garota Italiana), mas, como parei de anotar depois de um certo período, não tenho certeza se terminei algum outro. É provável que eu tenha relido pelo menos um de Percy Jackson ao longo do ano. Também é capaz que eu tenha terminado o terceiro da série A Mediadora em algum momento entre abril e junho. Quase certo de que reli Sorte ou Azar em janeiro, mas esqueci de marcar. Se formos considerar uma fanfic que eu li completa esse ano e que será lançada como livro em 2017, teremos mais de 20.
De uma forma ou de outra, atingi a meta. Viva eu!

40. Responder o maior número de tags que eu conseguir.
Confesso que não postei todas, mas respondi várias delas. Estão no rascunho esperando para serem postadas.

48. Fazer uma mudança radical no meu cabelo.
Falei sobre esse aqui. 
68. Fazer alguém de fora do meu convívio sorrir.
Falo mais sobre isso no famigerado post que chega em janeiro.

73. Começar 3 séries novas e ir até o fim.
Comecei Lúcifer, Gilmore Girls e o revival de Gilmore Girls e terminei todas as três. Não tenho certeza, mas talvez tenha visto Drop Dead Diva e Being Erica esse ano também. Vai chegando a virada e eu vou perdendo a habilidade de calcular o tempo.

82. Fazer uma limpa nas minhas amizades, estou precisando.
Fiz essa meio que sem intenção. Deu boa.
Eu não achei que fosse conseguir bastante coisa esse ano, mas até que tive um resultado bom. Espero conseguir números ainda melhores em 2017.

Agora, como de praxe, só volto no ano que vem. Boas festas!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Coisas que 2016 me ensinou


Quem mora no twitter ou faz visitas frequentes deve ter visto essa brincadeira rolando. Já é de praxe para nós, twitteiros, reclamar da vida e dos anos como se não houvesse amanhã, então é óbvio que uma corrente de positividade seria estranhada (e não muito difundida) na rede social.

Ainda assim, quando eu vi a brincadeira, resolvi aderir. Se estamos nessa vibe de fazer um ano positivo por conta própria, por que não começar refletindo de forma boa a respeito de 2016? 

O meu primeiro item envolve algo que prefiro contar de forma mais detalhada num post futuro (que sairá aproximadamente no dia 25/01, aguardem maiores informações). O segundo item foi o seguinte: 



Daí veio a ideia para o post. No meio de tanto tiro, porrada e bomba, quais flores 2016 me trouxe?

1. Aprendi a deixar para lá o que pode ser deixado para lá. 
Eu não gosto de engolir sapos. Não gosto quando algo me deixa desconfortável e eu sou impedida de falar a respeito. Gosto de desabafar mesmo, falar tudo o que eu estou sentindo na hora que acontece e resolver meus problemas com quem eles devem ser resolvidos.

O negócio é: eu sou assim. Eu, Maria Eduarda, resolvo tudo na conversa. Mas tem gente que não gosta. Tem gente que não toca em assuntos desconfortáveis, que não gosta de retomar situações que já acabaram, que engole sapos pelo bem da amizade por meio de brigar. Não é por maldade, é por ter mais paciência que eu e aguentar mais trancos que eu. E se as pessoas funcionam assim, quem sou eu para querer que elas mudem?

Então, esse ano eu entendi que não é preciso falar sobre tudo. Nem tudo é proposital para me incomodar, nem tudo é consciente e nem tudo que me incomoda incomoda aos outros. O negócio é refletir: estou magoada ou com o orgulho ferido? A conversa vai levar a algum lugar ou a uma briga? Vale o estresse? Se as respostas forem não, deixa pra lá. Melhor aprender a controlar meu gênio do que encher o saco de amigos por problemas que nem ao menos são problemas em primeiro lugar.

2. Crianças exigem paciência e disposição, mas elas são mil vezes mais sábias e abertas do que o resto de nós.
Trabalhei o ano inteiro com crianças (pré-adolescentes) na faixa dos 12 anos, e confesso que me surpreendi. Passado algum tempo ninguém lembra mais como é ter essa idade por se preocupar demais com as responsabilidades das novas idades, e, no fim, acabamos nos apegando aos "clichês" que os impacientes adultos repassam. Que crianças dessa faixa etária pensam que são mais inteligentes que todo mundo, que sabem o que é melhor pra elas, que são irritantemente insuportáveis e todo o resto.

Sinto informá-los, mas a verdade é que isso tudo é mentira. O pouco de insolência que cabe nessas criaturinhas ainda não é suficiente pra sobrepor todas as qualidades que eles têm. Eles são abertos a novas pessoas e novas possibilidades, aceitam mudanças com muita graça, têm uma quantidade enorme de amor dentro do peito e conseguem arrancar um sorriso de qualquer um. São barulhentos, falam que nem umas matracas e pegam intimidade no tempo que você leva pra piscar, mas te mostram um lado que você não encontra em jovem nenhum.

3. É mais fácil ser servido do que servir.
Esse item pode parecer meio óbvio, mas eu juro que a gente não percebe isso no dia a dia.

Nós estamos acostumados a deixar que os outros façam tudo por nós. Queremos que adivinhem o que sentimos, que falem o que queremos ouvir, que realizem nossos desejos e que não peçam nada em troca. Aceitamos amor de pessoas que nunca vamos amar porque é uma boa massagem no ego, recebemos presentes e favores sem intenção nenhuma de um dia retribuir simplesmente porque era conveniente, nos acomodamos em relações (não necessariamente amorosas) que não vemos futuro porque é simples, já que a pessoa está ali de todas as formas. Nós somos servidos todos os dias, mas raramente lembramos de nos colocar do outro lado.

É que, realmente, não é fácil estar do outro lado. Te garanto que não é simples amar aquelas pessoas mais difíceis, realizar tarefas sem que nos peçam ou que digam que precisam, fazer algo pela simples vontade de colocar um sorriso no rosto dos outros. Esse tipo de atitude não vem naturalmente, mas deveria, porque pessoas abertas a servirem fazem do mundo um lugar melhor.

(P.S.: pretendo explicar melhor a história do "servir" no post de Janeiro. Novamente, aguardem.)

4. Eu funciono melhor sob pressão, mesmo odiando ser cobrada.
Essa é menos espiritual e mais questão de autoconhecimento. Eu não sei fazer nada que não tenha uma data limite, porque se me deixarem solta para entregar quando for conveniente eu tenho dois extremos: faço tudo de uma única vez ou não faço nunca mais.

Isso é muito obviamente explícito aqui no blog. Quando estou inspirada, faço um texto por dia/semana, mas assim que a inspiração passa eu não dou as caras durante meses. Se houvesse algo me obrigando a escrever (aulas de redação, por exemplo, rs), gente, eu seria uma máquina de posts diários e atingiria a marca de 365 textos por ano facilmente. Mas ao definir o Entrelinhas como um passatempo, e não prioridade, eliminei qualquer possibilidade de manter uma rotina.

Só tenho rotina se valer nota.

5. Pessoas que não te dão valor não merecem permanecer na sua vida.
Esse é auto explicativo, mas foi com certeza uma das maiores reflexões que eu tive esse ano. Ninguém que não se esforce para estar na sua vida é ser uma presença constante merece sua atenção. Não corra atrás de quem não demonstra querer estar perto de você por "persistência" ou medo de estar sozinho. Ninguém vale tanto a pena assim.

A última, mas não menos importante, é a que mais me dá raiva nesse momento.

Ninguém soube promover Fallen e agora tá tudo errado nesse país. Uma sessão DUBLADA às 12h45? Sendo que estreou há duas semanas? Me economiza, por favor.


E vocês, quais lições tiraram desse tapa na cara apelidado de 2016?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Reclamar a gente reclama

O ano de 2016 foi péssimo pra 99% da população mundial. Acidente aqui, desastre lá, tiroteio por aí e muita energia pesada dominando esses 12 meses. É um consenso entre todas as pessoas (do twitter) que, a partir de 01/01/2017, daqui a 23 dias, nós começaremos a fingir que 2016 nunca aconteceu.

Foi um ano particularmente pesado para mim. Problemas familiares, estresse escolar e o último ano cada vez mais próximo fizeram cair a ficha de que, puts, o tempo tá passando, e não há nada que eu possa fazer a respeito. Exceto, talvez, amadurecer, mas deixa isso pro ano que vem, né? Agora já tá meio tarde.

Com a crise no Brasil e no mundo (não disse que tipo de crise), acho que dá pra generalizar dizendo que não tá fácil pra ninguém. Os perrengues mudam de gravidade mas causam rebuliço na vida de todo mundo, e, desanimados com a vida, sentamos na mesa do bar com um balde de cerveja na nossa frente para reclamar da vida e competir quem está na pior. Era mais ou menos aí que eu queria chegar.

Todo ano é "a mesma merda" (com o perdão da expressão) porque todo ano fazemos a mesma merda (perdão novamente). Todo ano começamos com toda aquela esperança de que vai ser melhor porque é fácil ter essa esperança no conforto da casa da praia quando não estamos nem trabalhando nem estudando, e lá pelas tantas de fevereiro, quando os problemas começam a chegar, desistimos completamente da positividade e enfiamos o pé na jaca da reclamação. E nessa onda de reclamar e não fazer nada para mudar, a bola de neve vai se acumulando e chega, ao fim de dezembro, maior do que deveria. Grande o suficiente pra esmagar a gente, nossa casa, o pé de amora no fundo do quintal e a churrasqueira do vizinho.

Estou começando a pensar que o problema não é nem nunca foi com os anos. Ano nenhum tem poder de controlar as merdas da nossa vida, mas a gente tem. A bola de neve de negatividade é nossa para a gente definir se vai rolar sem obstáculos até o fim do ano ou se vai ser interrompida de tempos em tempos pra não ficar grande demais. Não estou dizendo que a causa da bola de neve é nossa, porque ela se forma naturalmente, mas cabe a nós colocar árvores e pedras no caminho dela e evitar que deslize tão facilmente pela nossa vida.

Nessa primeira parte do especial de fim de ano que eu sempre apareço para fazer porque sou a maior cara de pau que vocês respeitam, fica aqui minha primeira resolução pra 2017: positividade. A merda rola, mas eu posso muito bem espirrar um Glade para encobrir o cheiro.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

... Feliz ano novo.

E aqui está a segunda (e última parte) do especial de ano novo

Quebrei a cabeça pra fazer essas metas, porque não queria nada que já estivesse na lista das 101 coisas em 1001 dias, mas, ao mesmo tempo, não conseguia pensar em nada que não estivesse nela. Acho que essa brincadeira vai acabar desbancando meu especial.

Sem mais delongas, vamos às metas:

1. Beber ainda mais água, me alimentar melhor, deixar de ser sedentária.
Essa realização está presente em todas as minhas listas de metas, provavelmente. Ano passado eu consegui os dois primeiros itens, mas continuei afundando o sofá de tanto ficar sentada nele. Agora não dá mais pra fugir, tenho que mudar esse costume.

2. Me dedicar mais aos estudos.
Já falei algumas vezes de como apanhei da escola esse ano, então acho que nem preciso justificar essa daqui. 

3. Escrever mais.
E deixo em aberto. Não importa se é no blog ou fora dele, escrever mais é provavelmente a minha maior meta de todas. 

4. Cuidar mais da minha saúde.

5. Cuidar mais da minha pele e do meu cabelo.

6. Variar mais os temas dos textos do blog.
O Entrelinhas sempre foi 110% pessoal para mim, e quem me acompanha já deve ter percebido. De todos os textos publicados (e, também, os que nunca saíram do rascunho ou que foram excluídos), apenas uns três ou quatro fugiam dessa temática. 
Para acabar um pouco com essa coisa de só postar desabafos/reclamações/absurdos/metas que não serão atingidas, pretendo variar um pouco. Falar mais sobre livros, filmes, séries, músicas e Taylor Swift. Responder mais tags, fazer uns vídeos e escrever mais crônicas. Mudar o cardápio, porque comer só macarrão todos os dias também não dá.

7. Finalmente ler Orgulho e Preconceito.
Essa é uma das minhas maiores metas de vida, por favor. Todo ano penso em ler, todo ano vacilo. Já até vi o filme (sim, sem ler primeiro), jurei que pediria emprestado para alguma irmã minha e esqueci no dia seguinte. Sou um caso perdido. 


E é isso. Essas metas foram menores porque, como eu já disse, não queria repetir os itens que já estão na listinha das 101 coisas. Em janeiro de 2019, não se preocupem, voltamos à programação normal (que envolve milhares de metas que eu jamais vou cumprir).
Quem tiver um post desse jeito, pode deixar o link nos comentários para eu dar uma conferida. Um beijo e até mais.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Adeus ano velho...

Porque eu já fiz um post e meio falando sobre esse ano e como eu queria poder deletar ele da minha cabeça, não vou me enrolar muito e pular direto para as metas (que você pode ler aqui).

1. Ler mais.
Não, não rolou.
Esse ano foi meio que um grande teste para a minha paciência (e força de vontade. E vontade de viver. E tudo junto). A quantidade de trabalhos triplicou, o número de matérias aumentou também e quando não estava fazendo nada relacionado à escola, não estava fazendo nada at all. No meio de tanta zona, não consegui arranjar vontade (!!!) de ler qualquer coisa que não fosse obrigatório (e, pra falar a verdade, não li os obrigatórios também. Acontece). 
Então, já vou adiantar um detalhe das metas de 2016: os livros paradidáticos contarão como livro mensal. E não, eu não vou deixar de ler nenhum deles. Leitura faz falta e meu cérebro tá sentindo. 

2. Fazer uma lista de "livros lidos durante o ano", com anotações sobre cada um.
Funcionou com os primeiros livros que eu li, lá em janeiro, mas depois não fiz mais. Provavelmente porque não li nada (risos). Pretendo manter esse ponto para o ano que vem. 

3. Beber mais água, me alimentar melhor, fazer mais exercícios.
Os dois itens funcionaram comigo (!!!), mas o último não tanto. Infelizmente, não foi só preguiça que me impediu de praticar exercícios. Me machuquei um monte (já em janeiro fiz algo suspeito no braço e fiquei com dor até março), peguei altas gripes e até amidalite. Esse ano foi especialíssimo. 

4. Ser mais organizada e estudiosa.
Confesso que estudei bem mais do que no ano passado - especialmente para biologia (que, não, não é mais a minha matéria favorita). Quanto a ser organizada... Vacilei. 

5. Ser menos chata.
Um beijo pra quem achava que eu nunca conseguiria. 

6. Não deixar de sair e fazer programas legais por preguiça de me arrumar.
Agora é só porque não dá, mesmo. Não porque eu não quero. 

7. Passar bem menos tempo no computador.
Funcionou porque eu assisti várias séries fora da internet, e não precisava ligar o computador. Mas já vacilei nas últimas semanas (meses). 

8. Ler, no mínimo, um livro por mês. 

9. Postar no blog ao menos uma vez por semana.
Já estabelecemos que essa coisa de transformar hobbie em obrigação não funciona comigo. Tirei do negrito porque essa, tecnicamente, não é mais uma meta

10. Não voltar atrás nas decisões tomadas em 2014.
Não rolou e eu não me arrependi. Para falar a verdade, mal lembro quais foram as tais decisões.


Posso dizer, de uma maneira geral, que 2015 deixou a desejar no aspecto metas (mais um ponto em que o ano foi péssimo). Acredito que as mais importantes eu deixei de lado, e foquei naquilo que era mais fácil. Para o ano que vem, espero poder realizar as metas principais primeiro e deixar as menos importantes em segundo plano. Não quer ser menos chata não seja importante, mas é que ler e estudar são coisas que precisam ter um foco maior.

Não sei se volto ainda esse ano (porque não gosto de quebrar o especial de ano novo com algo não relacionado a ele), então fica aqui meu abraço pra vocês. Tenham um bom Natal, um próspero Ano Novo e até ano que vem!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Agora vai

Ou: a retrospectiva que eu me prometi e não quero deixar de cumprir.

Juro pra vocês que eu não tinha a intenção de voltar a postar até começar meu típico especial de ano novo, mas depois do fiasco do último post (em que eu prometi fazer uma retrospectiva de 2015 mas acabei só reclamando da vida) achei que devia essa a mim mesma. Não parei pra pensar no que esse ano representou na minha vida até agora, e não sei se consigo passar para o próximo sem passar as ideias por escrito.

Vou resumir um mês de cada vez, então senta aí que a conversa vai ser longa e louca.

Janeiro foi o mês em que eu mais rendi no quesito "livros". Li a coleção inteira de Hush Hush e provavelmente reli a de Percy Jackson, como é de praxe sempre que eu termino uma saga. Na verdade, apenas em janeiro eu li mais livros do que no ano todo. Shame on me.
Foi nesse mês que eu fiz o primeiro machucado sério do ano (coisa que geralmente acontece durante as aulas, na educação física, quando eu invento de jogar basquete). Estava fazendo algo que eu não vou contar aqui porque todo mundo ri quando eu falo na piscina e aconteceu uma coisa estranha com o meu braço. Não sei o que foi, só sei que tomei uma semana de anti-inflamatório e fiquei um mês sem conseguir mexer o braço, mais um e meio com bastante dor. Alguém me traz um prêmio.
Foi também o mês em que caiu a ficha de que hm, Ensino Médio está aí. Foi o primeiro mês na minha vida em que eu comecei a me preocupar com escola mais tardiamente. Foi, num geral, um mês bem parado e chuvoso, mas provavelmente o melhor do ano todo.

Em fevereiro, as aulas começaram. Fui para uma turma nova em que não conhecia quase ninguém, me apaixonei pelos conteúdos das áreas de humanas e biológicas, peguei birra de matemática e completei 15 anos (o que não tem absolutamente nada a ver com a escola, mas é sempre bom frisar). No começo do mês estava tudo bem bom, mas felicidade de pobre dura pouco e lá para o final eu já estava surtadinha de novo. Acho que foi mais ou menos nesse mês que meu ano começou a desandar.
Peguei uma virose linda e tive a primeira crise de sinusite do ano - e, só para constar, dos últimos oito anos. A gente pensa que se livra do problema, mas ele sempre volta pra aumentar nosso papel de trouxa.

Em março eu entreguei geografia, matemática e física na mão de deus. Tive minha festa de 15 (que não foi bem festa, mas eu amei mesmo assim), peguei outras duas viroses e tive outras duas crises de sinusite (!!) no intervalo entre elas. Foi nesse mês em que eu respirei fundo, contei até 10, ouvi Taylor Swift e pensei "é, 2015 não vai ser o meu ano".

Em abril eu tive minha primeira festa de 15 (outro fato não importante mas que eu quero frisar), tive mais uma virose (essa me deixou de cama durante uma semana) seguida de mais uma crise de sinusite (queria estar brincando mas não estou) e comecei a rezar todos os dias pro ano acabar logo. O primeiro trimestre mal tinha acabado e eu já estava na contagem regressiva para as férias de julho.

Maio foi... Não lembro. Não foi tão importante, acho. Mas foi mais ou menos por aí que eu comecei a fortalecer os laços com as meninas da minha sala e afrouxar os com as melhores da outra turma. Foi quando eu percebi que não era a mesma coisa, e que nunca voltaria a ser. Doeu, mas eu sobrevivi. Mais ou menos.
Mentira, forcei pacas e acho que elas se cansaram de mim.

Junho eu tive amidalite (!!) depois de três anos sem (mas já era esperado, eu sempre tenho problema na garganta durante junho). Mais anti-inflamatório, viva eu! Tive a melhor festa da minha vida, que me fez dormir até às 16h e perder a Festa Junina do colégio (e essa é a minha data favorita, depois do meu aniversário). Quase chorei de alívio quando entrei de férias, porque não tava dando. E foi isso de especial.

Julho não teve nada. Eu passei o mês inteiro fazendo vários nada e agradecendo a Não Sei Quem por ter inventado as férias. Que coisinha maravilhosa, não?

Agosto foi um tapa na minha cara. As férias me deixaram muito molenga e, apesar dos avisos do meu professor titular, eu não utilizei os últimos dias pra voltar ao ritmo. Cheguei na escola e fui atropelada por física - primeira recuperação do ano. Dois vivas pra mim! Chorei muito por não estar dando conta da escola, mas as três matérias já citadas continuaram completamente na mão de deus.

Em setembro eu não aguentava mais ouvir falar em português, física, geografia e matemática. Começou o último trimestre, e eu passei o mês inteiro sentindo que havia um rolo compressor andando sobre a minha cabeça. A quantidade de trabalhos dobrou, e os conteúdos estavam muito mais complicados do que eu me lembrava. Só conseguia me falar "bem feito", porque eu sabia que aquilo era o Ensino Médio de verdade e agora estava apanhando por todas as péssimas escolhas que tinha feito lá no começo.
Gente, se alguém aqui ainda estiver no Fundamental, tenho uma dica: os primeiros meses do 1º ano são os que vão te erguer ou afundar no Ensino Médio inteiro. Se, desde o começo, você criar uma rotina de estudos, se esforçar e se garantir, vai que é tua, Tafarel. Mas se você fizer que nem eu e ir empurrando com a barriga e prometendo no próximo trimestre eu estudo, colega... No fim do ano você não passa nem em Religião (true story).

Em outubro eu só tava rezando pro ano acabar. Foi quando percebi que biologia não era tão minha cara que nem eu pensava ser, que não ia passar em matemática nem física e que nunca poderia confiar na Dilma se ela não proibisse o ensino de logaritmo nas escolas. Faltando um mês para o fim do ano, férias so close yet so far, eu já havia desistido de fazer valer a pena. Não era agora, na reta final, que eu conseguiria mudar meu comportamento do ano inteiro. Mesmo se conseguisse, já estava enterrada na maior parte das matérias.
No quesito saúde, eu tive uma crise de rinite ferrada que mais parecia gripe do que qualquer outra coisa. Mas não, era rinite. Eu sei porque durou uns quatro dias.
Meu olho ficou tão inchado que parecia que eu tinha passado sete dias chorando depois de ter levado um soco do Chuck Norris. Primavera, né? Odeio essa época do ano.
Além disso, meu celular quebrou. Não tem muito a ver com saúde, mas ele era parte de mim. Estou sem até agora e aceitando doações.

Novembro veio, foi e eu nem senti. Esse foi certamente o mês em que eu mais me desliguei do mundo e da vida. Não tinha mais forças para estudar, me esforçar ou ficar feliz. Sério, foi o pior mês do ano. Me surpreendi por ter ficado em quatro recuperações, e não foi uma surpresa ruim

Dezembro passou rapidinho. Fiz as recuperações (e entreguei na mão do Conselho porque de 4 eu só recuperei 1), reli meu livro favorito e esperei pelo pior. Graças a mim mesma, não reprovei. Precisa ficar em, no mínimo, quatro objetivos (long story que eu não vou contar a não ser que me perguntem) pra ir pra Conselho, e eu fiquei com três. Passei direto.

Agora estou aqui, apenas esperando o ano acabar pra poder realmente dormir tranquila. Perdi as contas de quantas vezes desabei durante o ano, quantas vezes achei que não ia aguentar e quantas vezes repeti que "não vai rolar ter outro ano que nem esse". 2015 foi pesado, triste e provavelmente o pior da minha vida. Agora, relembrando mês a mês, eu não consigo achar o equilíbrio entre momentos ruins e bons. O lado das trevas venceu.

Estou aproveitando meus últimos 14 dias de pensamento negativo porque pretendo forçar 2016 a ser melhor. Não me interessa se estou sem celular, sem psicológico e sem vontade de viver. Não me interessa se vai ser um ano ainda mais cheio e cansativo do que esse. Não me interessa nada, a não ser que VAI ser melhor. Porque se for pra ter outro 2015 eu prefiro parar no tempo.

Mais um assim não rola.

sábado, 12 de dezembro de 2015

É mais fácil passar em matemática

Essa deve ser a quarta vez que eu tento começar esse post. Tinha me prometido fazer uma pequena retrospectiva dessa bagunça que foi o ano de 2015, mas ainda não consegui organizar meu cérebro o suficiente para sequer entender what the actual hell is this. Perdão pela expressão, não deu para achar nada melhor.

Pra começar, eu fui lindamente atropelada pelo Ensino Médio. Comecei achando que era fácil demais para ser só aquilo (exatamente que nem matemática, aliás), cheguei na metade do ano pensando "puts..." e lá por outubro eu coloquei nas mãos de Deus e esperei dezembro chegar com as recuperações, porque passar direto não era mais uma opção. 

Gente, eu não sabia que era possível ficar tão mental e psicologicamente exausta por causa da escola, e olha que já estou nesse barco há bastantinho tempo (agora com meio pé pra fora e aguardando os próximos dois anos para poder sair correndo). Digo, eu já chorei várias vezes porque não aguentava mais esperar pelas férias, mas dessa vez não tive forças nem pra chorar. Eu só acordava suspirando (pseudo-acordava, passei o ano inteiro deixando a maior parte da minha consciência no travesseiro), fazia tudo no automático e esperava o fim do dia pra poder dormir. O processo foi repetido até as aulas acabarem.

Acho que foi esse "deixar no automático" que não me permitiu aproveitar direito o primeiro ano. Não lembro da maior parte das aulas porque, mil perdões, não prestei atenção na metade e a outra metade eu só não entendi, mesmo. Agora, enquanto escuto Little Mix e escrevo esse post sem pé nem cabeça pra tentar limpar a minha própria cabeça, o ano parece só um grande borrão com algumas risadas e muitas lágrimas. Mesmo que eu já nem lembre o motivo de ter chorado tanto.

Essa bagunça (que só vai durar mais 19 dias, graças) foi pesadíssima, tristíssima e acabou comigo. Tenho certeza de que tudo é karma por eu não ter usado a porcaria da roupa branca que minha mãe pediu no réveillon. Esse ano eu vou até mergulhar na tinta branca pra ter certeza de que não tem nada não branco em mim. Preciso de uma paz pra 2016, que promete ser ainda mais corrido que 2015.


No fim, prometi que ia fazer uma retrospectiva e só consegui reclamar. Acho que é realmente mais fácil passar em matemática do que conseguir falar qualquer coisa sobre 2015.

P.S.: Não, eu não passei em matemática.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

... Feliz ano novo.

Se eu contasse que comecei esse post em 2014, vocês acreditariam? 

Como já disse no último post do ano passado, eu ia trabalhar para que minhas metas desse ano fossem mais elaboradas, porque as últimas não eram lá grande coisa. Desde que concluí a primeira parte do "especial de ano novo" (vários dias antes dela ser postada, na verdade), milhares de ideias para itens novos na segunda parte começaram a brotar. A minha animação para a chegada de 2015 era tanta, que eu literalmente não conseguia parar de pensar nisso. E é com muita felicidade que eu lhes apresento as minhas metas anuais:


1. Ler mais.


Por essa vocês já esperavam, não é? Todo ano eu tento superar o número de livros lidos no ano anterior, e até 2014, não havia regredido. Parece que as coisas mudam, né? Mas, esse ano, vou me dedicar mais aos livros do que às séries, e com certeza superarei meu record atual (15 livros num ano, não é algo que eu me orgulhe de chamar de record...).

Ganhei seis livros de natal, já é um bom começo.


2. Fazer uma lista de "livros lidos durante o ano", com anotações sobre cada um.


'Taí algo que eu devia ter pensado antes: manter anotações sobre cada livro. Se eu quiser fazer uma espécie de retrospectiva literária no especial de ano novo de 2015, preciso ter bons argumentos contra/a favor dos livros presentes na lista, certo? 

As indicações feitas no Skoob valem... Né?


3. Beber mais água, me alimentar melhor, fazer mais exercícios.


Coloquei as três coisas no mesmo item porque acredito que elas se complementam. E não precisa de explicação nem justificativa, né?


4. Ser mais organizada e estudiosa.


Coloquei os dois no mesmo item porque, novamente, são coisas que se complementam.

Sobre ser organizada: eu tenho mania de deixar tudo para a última hora, inclusive trabalhos. Tive um seminário no ano passado que foi feito uns dois dias antes da apresentação. Essa história de protelar ao máximo como se as coisas fossem se resolver sozinhas não funciona, e eu preciso parar.

Sobre ser estudiosa: duh.


5. Ser menos chata.


Sorrir mais, reclamar menos. Ser mais de bem com a vida. Menos esquentada, porque isso não leva a nada. Ser mais paciente. 


6. Não deixar de sair e fazer programas legais por preguiça de me arrumar.


Item auto-explicativo. 


7. Passar bem menos tempo no computador.


8. Ler, no mínimo, um livro por mês.


Se eu manter apenas uma meta dizendo "ler mais", vou deixar tudo para as férias e não ler nada fora do que é pedido na escola. Então, além dos livros paradidáticos, eu também terei que ler um livro por mês pelo menos. Se for mais, melhor. Tenho livros suficientes para o ano todo.


9. Postar no blog ao menos uma vez por semana.


Mesmo que seja uma pequena postagem contando algo que vi no final de semana. Mesmo que sejam cinco linhas indicando um filme, uma série, um livro. Mesmo que seja apenas um pequeno P.S. completando um post passado. Mesmo que seja rápido, e só conte como vão as minhas resoluções de ano-novo. Mesmo tudo isso, eu vou começar a fazer postagens semanais. Vivo reclamando que quero escrever mas nunca escrevo nada, agora tenho motivos para largar de ser tão preguiçosa.


10. Não voltar atrás nas decisões tomadas em 2014.


Essa meta era só para o número de itens ficar redondinho, mas representa algo que eu realmente espero cumprir. No fim do ano passado, eu tomei diversas decisões que deveriam mudar a minha vida. Se eu voltar atrás, amores, podem me bater.



É isso, gente. Como foi a virada de vocês? Comeram bastante? Espero que sim. Um ótimo 2015 para todos nós, e vamo que vamo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Adeus ano velho...

Mais um ano se passou, e, novamente, eu não consegui cumprir nem metade do que estava na minha lista de metas para 2014 (que eu trouxe de 2013, após ter planejado em 2012 considerando as coisas que eu queria ter feito em 2011 e 2010).

Bom dia, como vão?

Comecei esse post bem antes do planejado (às 2h10 da madrugada do dia 18/12, para ser mais exata), porque ando com uma vontade muito grande de escrever aqui no Entrelinhas. Não é natural, vocês sabem. Não sei de onde surgiu. Só sei que vou aproveitar para adiantar as postagens, porque we all know: a animação aqui não dura muito.

Já sabem como funciona, né? Se o item estiver em negrito, não cheguei nem perto de conseguir. Se estiver em negrito e itálico, significa que eu quase atingi a meta. Se estiver em negrito e riscadinho, é óbvio, deu tudo certo na minha vida e não precisarei incluir essa ideia no post do ano que vem.



1. Ler mais livros.


Já havia comentado que esse ano não foi um bom ano no que se trata de "leituras". Segundo meu post do ano passado, eu li um total de 15 livros em 2013! Se eu tiver lido 10 durante esse ano, já foi muito. E isso contando com as releituras (tenho certeza de que reli Percy Jakson em algum momento, é inevitável).

Não foi dessa vez.


2. Comprar os cd's da Taylor Swift, que é para ver se largo dessa vida de ficar dando F5 na página do Youtube para ouvir Ours de novo. E de novo. E denovo. Exatamente como estou fazendo agora.


Certo, eu não comprei os cds, mas baixei todos por torrent e escuto o dia todo. Conta, né? Acho que sim.


3. Estudar mais. Muito, muito mais mesmo.


Já podem tocar "What Makes You HA HA HA", pessoal. No mesmo post que falei sobre minhas leituras, eu comentei que não tive o hábito de estudar durante o ano (e que tenho certeza que isso me prejudicará em 2015). Bom, parece que esse item continuará na lista.


4. Parar de ser tão chata e reclamona, porque nem eu consigo me aguentar mais.


Ha. Ha ha. Ha ha. Ha ha ha ha ha. Ha ha. Ha ha ha ha. Cantem comigo!


5. Terminar todas as fanfics que eu começar, porque meus leitores são fofos e não merecem uma autora tão descompromissada.


E agora vou contar meu segredo: levei a meta ao pé da letra. Todas as fanfics que eu postei esse ano eram one shots, o que significa que já estavam concluídas quando disponibilizei no site. Gente, consegui completar essa meta! Estão orgulhosos de mim?

Claro, ainda tem uma long-fic de 2012 em andamento que eu devo os últimos capítulos, mas ela não conta porque não comecei em 2014. Há. Agora eu posso rir também.


Não foi um ano tão bom no quesito "metas", se vocês querem saber. Eu acho que devia ter estabelecido mais coisas. E me esforçado mais para atingi-las. Mas faltam só 13 dias para o fim do ano, então deixo esse trabalho para 2015. Ei, isso não é quase uma meta "bônus"?

Bônus: trabalhar melhor nessas metas.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

... Feliz ano novo.

Continuação do post anterior (não me peçam pra postar o link, pelo amor).

Oizão! Falei que voltava na primeira semana de janeiro, e aqui estou eu, no final da segunda. Amo prazos. Eles são tudo na minha vidinha.

Como já foi dito anteriormente, esse post vai conter as minhas metas para 2014 (eu sei, tu sabes, ele sabe, nós sabemos, vós sabeis, eles sabem que eu não vou conseguir cumprir nem metade, mas pelo menos terei um post de metas, né?). A maioria veio da lista pra 2013, porque quero cumpri-las antes de estabelecer metas novas. É o justo.

Ok, vamos lá.


1. Ler mais livros

Acho que "leitura" sempre estará nas minhas metas.


2. Comprar os cd's da Taylor Swift, que é para ver se largo dessa vida de ficar dando F5 na página do Youtube pra ouvir Ours de novo. E de novo. E de novo. Exatamente como eu estou fazendo agora.

É. Desculpe, Red, eu te amo, mas você ainda não é Speak Now.


3. Estudar mais. Muito, muito mais mesmo.

Outra meta que é que nem Rexona - nunca me abandona!


4. Parar de ser são chata e reclamona, porque nem eu consigo me aguentar mais.

Mamãe aprovou esta meta.


5. Terminar todas as fanfics que eu começar, porque meus leitores são fofos e não merecem uma autora tão descompromissada. 

Isso é sério. Eu já tenho mais de 40 fanfics que foram excluídas antes de atingirem a adolescência (piadinhas.madu.com, credite se usar), e sei que meus fãs leitores não merecem isso. Eles comentam em todos os capítulos, até nos piores, choram com as mortes dos meus personagens mais legais, comemoram quando um casal dá certo... São tão legais, até mais do que eu. Pretendo cuidar melhor de seus corações esse ano. ♥


Bom, é isso. Não sei quando é que eu vou voltar, mas vocês já sabiam. Beijinhos!

domingo, 29 de dezembro de 2013

Adeus ano velho...

E cá estou eu, entrando no maravilhoso clima de fim de ano!

Ano passado, eu fiz dois posts de fim de ano - um falava um pouco sobre 2012, e outro tinha minhas metas para 2013. Pensei em fazer a mesma coisa esse ano (depois foi contar quantas vezes eu disse a palavra "ano" nesse post, ai senhor), mas como não seria tão legal, resolvi mudar um pouco o esquema. 
Também serão dois posts, mas com finalidades diferentes. O primeiro (esse, no caso), terá uma rápida análise de 2013 trazendo as metas do post do ano passado e apontando o que eu consegui realizar e o que foi esquecido durante esses 365 dias. No próximo post, que eu espero escrever na primeira semana de janeiro, estarão as metas para 2014. Todo mundo entendeu? Sim. Então prossigamos.



1. Ler mais livros do que eu li esse ano.
Como foi dito naquele post, eu só li 12 livros durante 2012. Para a minha surpresa (ainda bem!), esse ano eu consegui passar o número antigo. Bom, foram só 3 livros a mais, mas nenhum foi releitura! Ou seja, 15 livros novos foram adicionados ao meu perfil no Skoob! ♥
Ah, isso sem contar os que eu larguei na metade, cerca de quatro... Ok, acho que isso acabou de queimar o meu filme.

2. Largar essa mania chata de abandonar as fanfics quando estão na metade.
Essa meta foi mais ou menos cumprida. Abandonei uma fanfic esse ano - não estava na metade, em minha defesa -, mas acho que foi recompensada com a que eu voltei a escrever, algumas oneshots e uma short-fic de 5 capítulos (QUE EU TERMINEI!!), né? Não? Ok, meta é meta, e essa eu infelizmente não pude cumprir. Vai pro post do ano que vem.

3. Estudar muito, mas muito mais.
Não coloquei nem em itálico porque eu estudei igual ao ano passado. Que vergonha de admitir isso na internet...
4. Aprender a controlar essa TPM abusiva.
Nada a declarar (de novo).

5. Passar o ano novo de preto.
Não rolou, e ainda deu briga.



Dois mil e treze foi um péssimo ano. Não foi tão ruim quanto 2012, mas certamente foi pior do que eu esperava. Pedi por um ano que não me desapontasse, e certamente não foi isso que eu consegui.

Encerro este post fazendo um quot de algo que eu disse ano passado. Dois mil e quatorze vem aí. Que este não me desaponte.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

... Feliz ano novo.

Pensei que eu ia aguentar ficar sem postar até dois mil e treze. Mas acontece que não fui forte o suficiente para aguentar mais vinte e quatro horinhas. Poxa, Madu! Como você é fraca!


Andei passeando por blogs alheios e vendo que muita gente fez uma listinha de metas para 2013. Confesso que também já fiz as minhas metas particulares, mas nem cogitei a ideia de postá-las aqui (não preciso dizer o motivo, preciso? Acho que o particulares já fala bastante). Agora, pensando bem, não vou morrer por compartilhar com vocês os meus desejos para 2013, vou? Ninguém me conhece mesmo, rsrs você não conta, mãe.

Ok, vamos lá.

1. Ler mais livros do que eu li esse ano.

A coisa está tão séria que eu precisei fazer uma meta só para me lembrar de ler mais. Vocês acreditam? Eu, uma pessoa que inseriu livros em sua dieta assim que aprendeu a formular frases, não li mais do que dez livros esse ano. Tirando os que eu reli, por favor. Só Percy Jackson eu li duas vezes. E Harry Potter eu comecei no ano passado, então também não conta. (Conta? Acho que sim...). No total, foram uns doze livros. Não me lembro de todos direito, mas acho que foram: Harry Potter, Os Imortais (até o terceiro), Os Instrumentos Mortais (até o segundo), Fazendo Meu Filme e só.

Poucos, admitam. Fora que Harry Potter eu comecei no ano passado e Fazendo Meu Filme também, só coloquei aí porque li 6% do último ontem e vamos fingir que é o suficiente para acrescentar na lista de "lidos". 

Eu amo Fazendo Meu Filme.

Principalmente porque grande parte das frases do quarto são de Harry Potter. 

Awn.

2. Largar essa mania chata de abandonar as fanfics quando estão na metade.

Ao todo, eu abandonei 20 fanfics no total - fora as que eu escrevia no meu blog antigo, mas creio que não contam. A questão é: a minha criatividade espera até eu chegar na parte mais legal da história, onde milhares de coisas estão para acontecer, e me abandona. Sorte a minha é que eu já resumi os acontecimentos de A Escolhida, aí tudo o que eu preciso é uma pequena parcela de criatividade para criar os diálogos e escrever os capítulos (pois o que acontece eu já sei).

De qualquer forma, é uma mania que eu preciso abandonar. Se for para começar uma fanfic, que seja para valer e sem interrupções! Não quero deixar meus leitores na mão, até porque eles são os únicos que gostam de mim no Nyah!.

3. Estudar muito, mas muito mais.

Pode rir que eu deixo.

Esse ano eu quase fiquei de recuperação duas vezes em história (ambas por erro de somatória da professora, mas isso não significa que minhas notas tenham sido boas). Preciso começar a estudar - ou só reler o que foi passado na aula - urgentemente. Até consigo empurrar com a barriga durante mais um tempinho, segundo a professora de ciências (que bom exemplo ela, não? Dizendo que nós podemos passar o Fundamental inteiro sem estudar), mas isso precisa acabar antes do Ensino Médio, ou eu me ferro.

E eu não quero me ferrar.

Nem um tiquinho.

4. Aprender a controlar essa TPM abusiva.

Nada a declarar.

5. Passar o ano novo de preto.

Não sou emo, gente, por favor. Mas acontece que também não sou daquelas pessoas que super acreditam nessa superstição boba que o preto trás má sorte, tristeza e afins. Eu considero o preto uma cor bem legal para passar o ano novo - tirando a parte de que fará 30º nesse experimento de Aquecimento Global chamado minha cidade - e quero muito passar a virada com essa cor.

Dei uma pesquisada, e grande parte (para não dizer todas) das pessoas que passam de preto, afirmam que nada mudou. Não foi mais triste por ter vestido preto, não foi um ano de luto por ter usado preto, não foi extremamente depressivo por terem pulado as sete ondinhas de vestido preto. Assim como as pessoas que usaram branco não tiveram um ano só de paz, as que usaram rosa não tiveram um ano só de paixões, e as que usaram dourado não tiveram um 2012 repleto de riquezas - a maioria diz ter passado longe disso, aliás. 

Quero quebrar o costume de usar sempre branco/vermelho/cores claras e usar preto nesse ano novo. Quem está comigo? Sons de grilos ao fundo.



Bom, é isso aí, pimpolhos. Não sei quando eu volto. Tudo depende da minha vontade de postar. Espero que tenham um maravilhoso ano novo, cheio de comidas boas, felicidade, amor, paz e tudo o que a Globo deseja. Faço minhas as palavras da emissora.

Beijão.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Adeus ano velho...

Eu ia começar o post pedindo perdão por ficar tanto tempo sem atualizar o blog - sabendo que vocês não engoliriam nenhuma das minhas desculpas esfarrapadas - e daria um toquezinho de humor, como eu costumo fazer.

A questão é: minha criatividade está tão desgastada que nem para humor eu sirvo mais. De engraçada já tem minha cara, né? Pra quê acrescentar isso num post que ninguém vai ler de um blog que nem minha mãe lê mais, eu me pergunto.

De qualquer forma, vamos ao assunto principal da postagem: ano novo.

Já estamos no dia vinte e seis de dezembro - insiram o coro de "nossa, como o ano passou rápido" aqui -, aguentando um calor insuportável que promete nos cozinhar em panela de pressão e saindo do clima natalino para entrar no clima adeus-ano-velho-feliz-ano-novo com um empurrãozinho da chata da Globo. 

Aliás, assistiram o especial de Natal do Roberto Carlos? Que palavra usar para descrever, senão lixo? Que me perdoem os/as fãs do "rei", mas não ficou muito legal. Aquelas empreguetes, o loiro aguado do Michel Teló e outros (des)convidados estranhos acabaram por destruir algo que já não era tão bom assim.

Mas voltando ao assunto principal. Sem querer entrar na onda "esse ano passou rápido", mas já entrando, assumo que concordo com essa afirmação. E não passou apenas rápido, mas 2012 voou. Tão veloz que eu não consigo nem mesmo parar para pensar e tirar minhas próprias conclusões sobre ele. Parece que tudo aconteceu em uma semana!

Acho que um bom resumo desse ano é: agitado. Não que isso seja super bom, é claro. Muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo. Algumas boas, outras ruins, outras péssimas e outras do tipo indta (isso não deveria ter acontecido). Perdi muitos amigos, assim como ganhei outros vários. Aguentei muitas fãs de bandas chatas, superei o fato de que é muito óbvio que o Miss Universo e o X Factor foram comprados, ou as vencedoras seriam, respectivamente, a Miss Venezuela e a Carly Rose Sonenclar. Ai de quem discordar de mim. Nem tem como, fala sério. 

E ainda teve o Emblem3, que é mais inquietante que hemorroida, entenda como quiser.


Sei que esse post foi curto e chato, mas é que eu não tenho mais nada pra falar. Não quero fazer uma reflexão profunda sobre a vida e o surgimento do universo como sei que muitos blogs farão, e também não quero ficar enchendo linguiça dizendo (ou mentindo) que 2012 foi um ano maravilhoso. Foi só um ano. Rápido, inquietante e muito chato mesmo. 

Dois mil e treze vem aí. Que este não me desaponte.