quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Tudo incomoda mais durante as primeiras horas do dia

E isso é um fato inegável.

Esses dias eu estava tomando banho (4h da manhã, para variar), quando esbarrei no shampoo e ele caiu. No chão. E é incrível como o som foi umas duzentas vezes mais alto do que se eu tivesse derrubado a embalagem às 4h da tarde. De qualquer forma, eu derrubei o shampoo, e passei alguns segundos sem nem respirar para ter certeza de que não tinha acordado ninguém num raio de quarenta quilômetros.

Não, não tinha acordado.

Mas, mesmo se tivesse, eu tenho certeza de que essa reclamação não teria existido se eu tivesse feito barulho durante a tarde. Porque quando já é dia, as pessoas começam a ignorar sons que deveriam ser incômodos.

Outro dia eu estava no banheiro (adivinha? Sim, era madrugada) quando esbarrei no desodorante e ele caiu. Se você usa desodorante em spray, sabe o barulho desgraçado que a latinha faz quando cai no chão, especialmente se ela cair às 4h da manhã. Então, quando eu derrubei, já comecei as minhas preces para que ninguém tivesse acordado. Parei de respirar por alguns segundos para ver se alguém tinha acordado.

Sim, meu pai tinha.

Eu consegui ouvir ele se remexendo no cômodo ao lado, depois respirando profundamente e voltando a dormir. Esperei escutar o primeiro ronco para catar a latinha e sair do banheiro antes que eu quebrasse ele todo (e acordasse o condomínio).

Se você for parar para pensar, o barulho do desodorante caindo no chão não seria nada chato se não estivéssemos no meio da madrugada.


A verdade é que qualquer som é mil vezes mais alto durante as primeiras horas do dia, que é quando tudo está silencioso. O som do ronco do seu pai pode ser escutado da sala de televisão. O som da televisão da sua mãe pode ser ouvido do seu quarto. O som da sua irmã derrubando talheres na cozinha com certeza vai ser notado do último andar da casa. 

Eu realmente não sei o que o universo pretendia ao resolver fazer com que tudo fosse mais incômodo durante a madrugada, mas ele me prejudicou. Não porque eu gosto de quebrar a casa enquanto todos dormem, mas porque eu sou uma pessoa muito desastrada e é inevitável esbarrar nas coisas de vez em sempre quando. 

Talvez eu devesse ir dormir mais cedo. Isso resolveria uma pequena parte dos meus problemas.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

... Feliz ano novo.

Continuação do post anterior (não me peçam pra postar o link, pelo amor).

Oizão! Falei que voltava na primeira semana de janeiro, e aqui estou eu, no final da segunda. Amo prazos. Eles são tudo na minha vidinha.

Como já foi dito anteriormente, esse post vai conter as minhas metas para 2014 (eu sei, tu sabes, ele sabe, nós sabemos, vós sabeis, eles sabem que eu não vou conseguir cumprir nem metade, mas pelo menos terei um post de metas, né?). A maioria veio da lista pra 2013, porque quero cumpri-las antes de estabelecer metas novas. É o justo.

Ok, vamos lá.


1. Ler mais livros

Acho que "leitura" sempre estará nas minhas metas.


2. Comprar os cd's da Taylor Swift, que é para ver se largo dessa vida de ficar dando F5 na página do Youtube pra ouvir Ours de novo. E de novo. E de novo. Exatamente como eu estou fazendo agora.

É. Desculpe, Red, eu te amo, mas você ainda não é Speak Now.


3. Estudar mais. Muito, muito mais mesmo.

Outra meta que é que nem Rexona - nunca me abandona!


4. Parar de ser são chata e reclamona, porque nem eu consigo me aguentar mais.

Mamãe aprovou esta meta.


5. Terminar todas as fanfics que eu começar, porque meus leitores são fofos e não merecem uma autora tão descompromissada. 

Isso é sério. Eu já tenho mais de 40 fanfics que foram excluídas antes de atingirem a adolescência (piadinhas.madu.com, credite se usar), e sei que meus fãs leitores não merecem isso. Eles comentam em todos os capítulos, até nos piores, choram com as mortes dos meus personagens mais legais, comemoram quando um casal dá certo... São tão legais, até mais do que eu. Pretendo cuidar melhor de seus corações esse ano. ♥


Bom, é isso. Não sei quando é que eu vou voltar, mas vocês já sabiam. Beijinhos!

domingo, 29 de dezembro de 2013

Adeus ano velho...

E cá estou eu, entrando no maravilhoso clima de fim de ano!

Ano passado, eu fiz dois posts de fim de ano - um falava um pouco sobre 2012, e outro tinha minhas metas para 2013. Pensei em fazer a mesma coisa esse ano (depois foi contar quantas vezes eu disse a palavra "ano" nesse post, ai senhor), mas como não seria tão legal, resolvi mudar um pouco o esquema. 
Também serão dois posts, mas com finalidades diferentes. O primeiro (esse, no caso), terá uma rápida análise de 2013 trazendo as metas do post do ano passado e apontando o que eu consegui realizar e o que foi esquecido durante esses 365 dias. No próximo post, que eu espero escrever na primeira semana de janeiro, estarão as metas para 2014. Todo mundo entendeu? Sim. Então prossigamos.



1. Ler mais livros do que eu li esse ano.
Como foi dito naquele post, eu só li 12 livros durante 2012. Para a minha surpresa (ainda bem!), esse ano eu consegui passar o número antigo. Bom, foram só 3 livros a mais, mas nenhum foi releitura! Ou seja, 15 livros novos foram adicionados ao meu perfil no Skoob! ♥
Ah, isso sem contar os que eu larguei na metade, cerca de quatro... Ok, acho que isso acabou de queimar o meu filme.

2. Largar essa mania chata de abandonar as fanfics quando estão na metade.
Essa meta foi mais ou menos cumprida. Abandonei uma fanfic esse ano - não estava na metade, em minha defesa -, mas acho que foi recompensada com a que eu voltei a escrever, algumas oneshots e uma short-fic de 5 capítulos (QUE EU TERMINEI!!), né? Não? Ok, meta é meta, e essa eu infelizmente não pude cumprir. Vai pro post do ano que vem.

3. Estudar muito, mas muito mais.
Não coloquei nem em itálico porque eu estudei igual ao ano passado. Que vergonha de admitir isso na internet...
4. Aprender a controlar essa TPM abusiva.
Nada a declarar (de novo).

5. Passar o ano novo de preto.
Não rolou, e ainda deu briga.



Dois mil e treze foi um péssimo ano. Não foi tão ruim quanto 2012, mas certamente foi pior do que eu esperava. Pedi por um ano que não me desapontasse, e certamente não foi isso que eu consegui.

Encerro este post fazendo um quot de algo que eu disse ano passado. Dois mil e quatorze vem aí. Que este não me desaponte.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Quatro meses

Olá!

Adivinhem só quem voltou, quatro meses mais tarde? Sim, eu! Posso até estar quatro meses atrasada para postar, mas isso significa que eu também estou quatro meses mais inteligente, quatro meses mais velha, quatro meses mais madura e quatro meses com a mesma falta de criatividade de sempre.

Ok, agora falando sério. Quanta coisa pode acontecer em quatro meses, né? Não que muitas coisas tenham acontecido comigo - apenas algumas percepções sobre a vida terrena, nada fora do comum -, mas, poxa, quatro meses é tanta coisa, se você parar pra pensar! Em quatro meses eu conheci duas séries novas, ri muito, chorei muito (na maioria das vezes era de rir, fiquem frios), escrevi muito, pensei muito. Em quatro meses eu vi meu trimestre acabar, e depois vi meu ano acabar. Há quatro meses percebi que provavelmente sentiria falta de estar na escola quando entrasse de férias, mas agora, quatro meses depois, notei que não podia estar mais errada.

Em quatro meses eu mudei minha opinião um milhão de vezes. Respirei várias vezes, pisquei várias vezes. Meu coração bateu muito. Meus neurônios realizaram várias sinapses (acho), e minhas hemácias foram "trocadas". Aliás, sabiam que as hemácias vivem por apenas quatro meses? Isso quer dizer que, há quatro meses atrás, uma hemácia nascia. Hoje, ela está morrendo.

E esses quatro meses passaram voando. Eu estava tão preocupada em passar de ano (ainda bem que essa é a minha única preocupação...) e poder assistir Grey's Anatomy sem culpa, que não vi o tempo passar. Acho que quase não prestei atenção.

Quatro meses se passaram, e hoje falta apenas um dia para a véspera de Natal. Dois para o Natal. Oito para o ano novo. Quinze para Agents of S.H.I.E.L.D e Pretty Little Liars voltarem do hiatus. Dezesseis para o aniversário da minha irmã. Quarenta e dois para o aniversário do meu pai e para as aulas voltarem. Cinquenta e seis para o meu aniversário. E o tempo continua correndo. E eu continuo sem ver.


... Acho que era só isso. Não estava nos meus planos pirar tanto sobre esses quatro meses, mas acho que eu me empolguei rs. Só passei para dar um oizinho, avisar que estou viva, continuo linda, mudei o layout do blog (e o cabeçalho fui eu que fiz. Estava assistindo O Rei Leão [em HD, porque eu finalmente achei para baixar] e me veio essa ideia. Não ficou tão bom, mas o que vale é a intenção, né?) e pretendo aparecer antes do ano novo. 

Feliz Natal, queridos! Que o Papai Noel lhes dê muitos presentes bonitos e que suas mães façam uma ceia muito gostosa, porque a minha já está preparando a nossa (e eu espero que fique tão bom quanto acho que vai ficar). Se eu não fizer nenhum post estranho para o ano novo tipo os do ano passado, então tenham uma boa virada de ano e um ótimo 2014!

Até mais.

sábado, 24 de agosto de 2013

Sei lá

Eu não sei com que frequência aparecer no blog. Geralmente, venho aqui quando uma ideia brilhante me ilumina e eu consigo escrever um post decente que eu sei - ou espero - que vocês vão gostar. Ou quando minhas amigas-leitoras me perguntam se eu vou demorar muito para escrever mais alguma coisa, porque elas estão cansadas de esperar.
De uma forma ou de outra, eu acabo enrolando mais do que o esperado para finalizar o texto e demoro mais uns três ou quatro dias para postar. Sabiam disso? Que eu levo três ou quatro dias para fazer um post, enquanto que levo cerca de uma hora (contando com as pausas para comer e responder minhas mensagens no skype/whatsapp) para escrever um capítulo de oito páginas da minha fanfic?
A primeira pausa acabou de acontecer. Com a maior cara de pau do mundo, suspirei profundamente, pisquei três vezes encarando o título do post e fechei a aba, indo ler qualquer coisa pra ver se esquecia que tinha começado esse texto. Talvez seja por isso que eu apareça tão raramente. Não consigo manter as palavras fluindo por muito tempo.

Eu diria que não sei mais escrever. Mas como não dá para desaprender algo que nunca soubemos, acho que i finally realized that nunca soube escrever e nunca saberei. E preciso admitir isso antes que seja tarde demais.

Mas a gente não precisa saber fazer algo para amar, né? Quer dizer, eu sou simplesmente apaixonada por desenhos, e consigo gastar meu final de semana inteiro assistindo qualquer desenho bobinho (especialmente os que falam sobre magia, fadas e/ou bruxas), mesmo sabendo que jamais serei capaz de fazer um fanart sequer. E eu também amo ler, mesmo sabendo que jamais serei capaz de escrever um livro bom e que fique pra sempre marcado na memória das pessoas.

Sei lá... Não precisa ser japonês pra amar sushi. E nem chinês pra amar yakisoba. E nem norte-americano pra gostar dos filmes de Hollywood. E nem super velho pra gostar dos Beatles, e nem super baby pra gostar de assistir desenhos. Acho que a gente tem de tudo dentro de si, sabe? No fundo, bem lá no fundo, a gente gosta de tudo. Mas não dá pra amar absolutamente tudo que existe, então a gente separa as coisas em caixinhas de likes e dislikes. E com as habilidades é a mesma coisa. A gente sabe fazer de tudo, mas teve que separar as coisas em I can e I can't. Infelizmente, eu coloquei o "escrever" em I can't. Uma pena. Quem sabe na próxima vida?


Esse post está completamente sem pé nem cabeça. Por isso não posso ser escritora, meus caros e minhas caras: eu não sei fazer um texto em que prevaleça sempre o mesmo assunto, do início ao fim. Começo falando de unicórnios e termino falando da fome no mundo. Eu sou assim. São muitas ideias passando por uma cabeça muito pequena, e dou meu máximo para filtrá-las todas. Algumas ideias boas ainda ficam perdidas pelo meu cérebro, berrando com indignação "ei, por que você não me escolheu?". Essas ideias eu deixarei para minha próxima volta ao Entrelinhas - que também vai ser quando eu vou mudar esse layout. Verde não me apetece. Que coisa irônica vinda de uma coxa branca, não é mesmo?